Política editorial
Quem escreve, quem revê, de onde vêm as fontes, o que nunca publicamos e o que fazemos quando erramos.
📅 Última atualização: 12 de setembro de 2026O blog do AtivaMoney escreve sobre o dinheiro de quem o lê. Um texto sobre dinheiro que ninguém assina não vale nada, e um texto que não diz de onde tirou os números vale ainda menos. Esta página descreve como o blog é feito, em termos que podes verificar artigo a artigo.
1. Quem escreve e quem revê
Quem escreve neste blog tem nome, percurso e ficha própria neste site. A equipa de hoje é esta:
- Breno Nico — autor da maioria dos artigos. Head of OutSystems Architecture na Cofidis Portugal, com mais de vinte anos a construir soluções para bancos e financeiras. Escreve sobre tecnologia, orçamento familiar e o impacto da geopolítica nas finanças pessoais e familiares.
- Claudivania Studart — revisora dos artigos e autora de alguns. Licenciada em Contabilidade pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), é assistente financeira pessoal de executivos há mais de 15 anos.
Nenhum artigo é assinado pela marca. Cada texto mostra o nome de quem o escreveu, com ligação para a ficha dessa pessoa, e o nome de quem o reviu. Rever é uma etapa obrigatória e não tem excepções: nenhum texto vai para o ar sem outra pessoa da equipa o ter lido de ponta a ponta. Hoje essa pessoa é a Claudivania Studart.
Rever, aqui, quer dizer três coisas concretas — confirmar os números que aparecem no texto, verificar que cada afirmação factual tem uma fonte identificada, e devolver ao autor tudo o que não se perceba à primeira leitura.
A equipa vai crescer, e há-de haver artigos escritos por convidados. Quando isso acontecer, a pessoa convidada ganha aqui uma ficha como qualquer outra, com nome e percurso, e o artigo dela cumpre exactamente as regras desta página. A lista actual está em Quem escreve.
2. Como escolhemos os temas
Os temas do blog vêm de três sítios:
- Das perguntas que nos chegam — pela página de contacto e pelo suporte a quem usa o produto. Uma pergunta que aparece várias vezes é, quase sempre, um artigo que falta.
- Das mudanças que mexem com o dinheiro de quem vive em Portugal — uma directiva europeia nova, uma alteração às regras de pagamentos, uma prática que se generaliza na banca.
- Do que quem escreve conhece por trabalho próprio — os sistemas financeiros vistos por dentro, a organização do orçamento de uma casa, aquilo que só se aprende a fazer durante anos.
Não escrevemos sobre um assunto apenas porque tem procura nos motores de busca. Se não tivermos como o tratar com rigor, não o publicamos — preferimos não ter artigo a ter um artigo vago.
O blog é de educação financeira. Não damos recomendações de investimento personalizadas, não indicamos produtos financeiros concretos para comprar e não substituímos aconselhamento profissional para a tua situação.
3. Fontes e referências
Toda a afirmação factual — um número, uma data, uma regra, o resultado de um estudo — tem uma fonte identificada. As fontes estão reunidas na secção «Referências», no fim de cada artigo, com ligação directa ao documento original sempre que ele é público.
Damos preferência a fontes primárias: textos legais e regulamentares, publicações de supervisores e bancos centrais, institutos de estatística e estudos revistos por pares. Quando a fonte primária não é pública e temos de recorrer a uma secundária, o artigo di-lo.
Os valores que dependem do tempo são publicados com a data a que se referem. Uma taxa, um limite legal ou um preço médio sem o período correspondente não diz nada a quem lê o artigo um ano depois.
4. Citações e traduções
Boa parte da investigação que citamos está publicada em inglês. Quando trazemos uma citação para português, marcamo-la com «(tradução livre)» logo a seguir.
Essa marca existe por uma razão simples: a formulação em português é nossa, não é a do original. Quem quiser confirmar a frase exacta encontra o documento na secção «Referências» do mesmo artigo.
5. O que não publicamos
- Conteúdo pago. Não vendemos artigos, menções, ligações nem lugares em listas. Não há forma de comprar uma linha neste blog.
- Patrocínios. Nenhum artigo é encomendado, financiado ou aprovado por terceiros.
- Material de agências. Não reescrevemos comunicados de imprensa nem publicamos textos enviados por agências de comunicação. Um artigo de um convidado é outra coisa: é escrito para nós, assinado com o nome dele, e passa pela mesma revisão que os nossos.
Quando um artigo fala do AtivaMoney — o produto que fazemos e vendemos — di-lo de forma explícita. O interesse próprio, quando existe, aparece à vista e não disfarçado de recomendação neutra.
6. Publicidade
O blog pode mostrar anúncios. Quando existirem, estão identificados como publicidade e ficam visualmente separados do texto do artigo, para que ninguém confunda um anúncio com uma coisa que nós escrevemos.
A publicidade não tem palavra nenhuma sobre o conteúdo. Não escolhe temas, não vê artigos antes de serem publicados e não pode pedir que um texto seja alterado ou retirado. Nenhum anunciante compra tratamento favorável.
Em Portugal e no resto da Europa, a escolha sobre cookies de publicidade é-te pedida por uma plataforma de consentimento certificada antes de qualquer anúncio personalizado te ser mostrado, e podes mudá-la quando quiseres. O detalhe está na Política de Cookies.
7. Erros e correcções
Erramos, como qualquer publicação feita por pessoas. O que nos compete é corrigir depressa e à vista de todos.
Se encontrares um erro num artigo, escreve-nos pela página de contacto com a ligação do artigo e a passagem em causa. Verificamos.
Se o erro se confirmar, corrigimos o texto e assinalamos a correcção no próprio artigo, com a data em que foi feita. Não apagamos o rasto: quem voltar ao artigo consegue ver que houve uma correcção e quando.
O mesmo vale para conteúdo desactualizado. Um artigo que deixou de estar correcto porque a lei mudou é actualizado ou assinalado, não fica a dizer o que já não é verdade.
Alguma coisa aqui não bate certo?
Diz-nos. Lemos tudo o que chega e respondemos.