Como a conta é feita
Cada subscrição é convertida para mês e para ano, e depois somam-se todas:
| Se pagas | Por mês | Por ano |
|---|---|---|
| por mês | o valor | valor × 12 |
| por ano | valor ÷ 12 | o valor |
| por semana | valor × 52 ÷ 12 | valor × 52 |
Onde encontrar as que já esqueceste
- Extratos do banco e do cartão dos últimos dois ou três meses: procura débitos com o mesmo valor todos os meses e cobranças anuais.
- Lojas de aplicações do telemóvel: têm uma secção de subscrições com tudo o que pagas através delas.
- Email: recibos e avisos de renovação costumam chegar com a palavra «subscrição» ou «renovação».
- Débitos diretos autorizados na tua conta, que o homebanking lista.
Como interpretar
O total por ano mostra a escala real de uma despesa que, mês a mês, parece pequena. A tabela ordena as subscrições da mais cara para a mais barata no ano, o que ajuda a olhar primeiro para as que pesam mais. O artigo sobre o custo real das subscrições explica porque tendemos a subestimar o que pagamos e porque continuamos a pagar serviços que já não usamos.
Para ler a seguir
- O custo real das subscrições que esqueceste
Porque subestimamos o que pagamos em subscrições e como retomar o controlo dos pagamentos recorrentes.
- Pagamento invisível: MB WAY e a dor de pagar
Pagar com o telemóvel não custa nada a fazer, e é aí que está o problema. Como voltar a gastar a saber.
- Comissões bancárias: o custo invisível da inércia
Quase ninguém compara bancos, e as comissões sobem devagar. Como tornar este custo visível em cada extrato.
Mais contexto no guia Poupar dinheiro: por onde começar.
Outras calculadoras
- Fundo de emergência
Quanto precisas de ter de lado para imprevistos, quanto te falta e em quantos meses lá chegas.
- Regra 50/30/20
Divide o teu rendimento líquido em necessidades, desejos e poupança, e compara com o que gastas de facto.
- Taxa de esforço
Que parte do teu rendimento já vai para prestações de crédito, ao lado da referência do Banco de Portugal.